TST-DSLAM

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O TST-DSLAM conta com o apoio financeiro da FINEP do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCTI, da SETI, da FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA, da FIEP e do TECPAR, com recursos do Estado do Paraná e FNDCT.

FIEP FINEP fundacao araucaria MCTI1 SETI TECPAR

 

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Resumo do projeto:

O serviço de telefonia fixa atual consiste em uma rede formada por centrais telefônicas e meios de conexão com os usuários, feitos unicamente através de cabos metálicos. Com o surgimento da internet, as operadoras passaram a oferecer o serviço de transmissão de dados (internet) pelo mesmo meio de comunicação. A interligação entre as centrais pode ser feita também por meio de cabos metálicos (centrais próximas, em um mesmo município), microondas ou fibra óptica (para ligação de centrais separadas por longas distâncias).

Fatores econômicos e tecnológicos, entre outros, possibilitaram acesso aos serviços de telefonia e internet para uma camada da população que até então era excluída e o crescimento da demanda dos serviços nas cidades causou a necessidade da expansão da rede, através da instalação de novas centrais.

Não é raro encontrar portas (linhas telefônicas) que apresentam defeito, e não são percebidas porque o teste realizado na instalação das centrais comtempla apenas uma pequena amostra das portas disponíveis. Assim uma porta com defeito só será detectada durante a instalação no usuário, acarretando em um tempo maior de instalação e desativação da porta defeituosa, gerando prejuízo para a operadora.

O TESTADOR SATECH DE VOZ E DADOS DA COMUNICAÇÃO ENTRE PLACA DSLAM E BLOCO DE CONEXÃO COM USUÁRIO DAS CENTRAIS TELEFÔNICAS (TST-DSLAM) atuará dentro das centrais, identificando possíveis defeitos nas placas eletrônicas, nos cabos metálicos ou nos blocos de conexão, antes da liberação dessa central para os usuários. O TST-DSLAM será um produto portátil e modular, com interface simples com o operador. O TST-DSLAM contemplará a identificação de 4 possíveis defeitos, gerando um relatório após o teste acessado através do painel frontal:

1 – Instalação inadequada de par metálico em um bloco de conexão.

2 – Defeito no bloco de conexão.

3 – Cabo interrompido.

4 – Teste de funcionamento da placa eletrônica do assinante, da central telefônica (DSLAM).

O processo pode ser realizado na implantação de uma central, certificando-a após a sua instalação ou na manutenção de centrais que possuam portas defeituosas.